Inflamação, o que eu preciso saber?
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Inflamação, o que eu preciso saber?

“Olá, meu nome é Bruno Posada Fialho, sou nutricionista e hoje estou aqui para dar uma SUPER DICA para você, mulher. Vamos conversar sobre a inflamação: um processo de defesa natural do corpo, mas que, quando crônica, pode repercutir em todo organismo. Vamos lá!


Inflamação Crônica:

- O problema passa a existir quando essa inflamação dura semanas, meses ou até anos, sem quaisquer sinais e sintomas aparente, ocasionando diversos problemas de saúde como: diabetes, Alzheimer doenças cardíacas, doença hepática gordurosa, artrite reumatóide e até mesmo o câncer. Para isso existem algumas dicas que, em sendo seguidas, podem reduzir a inflamação e melhorar a sua saúde. Quais são elas?


Dicas para reduzir a inflamação crônica:

  • Se você quiser reduzir a inflamação, coma menos alimentos industrializados, ultraprocessados. 

  • Procure basear sua dieta em alimentos de verdade, ricos em nutrientes que contenham antioxidantes, que trabalham reduzindo níveis de radicais livres. A Feeljoy pode te ajudar nisso!

- Adote um dieta anti-inflamatória que contenha um equilíbrio saudável de proteínas, carboidratos não refinados e gordura saudáveis em cada refeição. Exemplos de dietas consideradas anti-inflamatórias: dieta mediterrânea, low carb e dietas vegetarianas que pode reduzir os marcadores inflamatórios.

  • Certifique-se de que você também atende às necessidades do seu corpo para vitaminas, minerais, fibras e água.


Nota Feeljoy:

No site vocês encontram opções de refeições citadas acima, como por exemplo, pratos com a Dieta Mediterrânea e a Dieta Vegetariana. 

Na primeira, priorizamos itens como azeite, frutas, legumes, peixes e oleaginosas – uma opção é o Filé de St. Peter com Crosta de amêndoas e aveia. 

Na segunda priorizamos os nutritivos vegetais – uma opção é o Zucchini Refogado - Vegano/Vegetariano.


O que devemos evitar ou minimizar dentro da nossa rotina 

Bebidas açucaradas: Sucos de frutas com adição de açúcares como o xarope de milho.

Carboidratos refinados: Como o excesso de pão branco, massas brancas e farináceos.

Sobremesas: Doces, bolos, sorvetes, alimentos com alto teor de carboidratos e gorduras.

Carne processada: Salsichas, presuntos e embutidos.

Petiscos processados: Biscoitos e batatas fritas.

Certos óleos: Sementes e óleos vegetais em excesso para que não tenhamos desequilíbrio dos ácidos graxos omega-6 em relação ao omega-3.

Gorduras trans: Alimentos “parcialmente hidrogenado” na lista de ingredientes.

Álcool: Consumo excessivo de álcool.


O que devemos preferir dentro da nossa rotina alimentar.

Se você quer minimizar a inflamação ou o agravamento dela, precisa tomar a decisão de se alimentar melhor.

Legumes: brócolis, couve, repolho, couve-flor, espinafre.

Frutas: Uvas, frutas vermelhas, mamão, açaí e berrys.

Frutos com alto teor de gordura: Abacates.

Gordura saudável: Azeite de oliva.

Peixe gordo: Salmão, sardinha, arenque e anchova.

Nozes: Amêndoas e outras nozes.

Chocolate: Chocolate amargo (>70% cacau).

Especiarias: Açafrão, canela, alecrim, orégano e pimentas.

Chá: Chá verde, gengibre, espinheira santa.



Por fim, o sedentarismo é um fator não-dietético que também pode promover a inflamação.

Então, se você decidir por uma dieta anti-inflamatória, precisa também decidir mudar os hábitos. Necessita também lutar contra aqueles hábitos que não são nada saudáveis e que podem piorar a sua saúde. Fique atento a isso. Espero ter ajudado vocês!” 



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